Outro dia, enquanto revisávamos alguns projetos da io!, uma conversa surgiu naturalmente e vou compartilhar a pergunta (quase) sem uma resposta absoluta: o que uma campanha de saúde para a thyssenkrupp, uma ação inspirada em Game of Thrones para fortalecer a cultura da Fini e um projeto de reconhecimento para a Apsen têm em comum?
A resposta não estava no tema nem na criatividade das campanhas, mas na intenção. Ou seja, comunicar parece relativamente simples, difícil mesmo é criar razões para que as pessoas escolham participar.
A campanha da thyssenkrupp só fez sentido quando saúde deixou de ser um discurso e virou uma experiência. Na Fini, o universo de Game of Thrones era apenas um recurso para aproximar as pessoas da cultura da empresa. E, lá na Apsen, o reconhecimento só ganhou força quando deixou de ser uma ação prevista no calendário e passou a representar um gesto genuíno.
E tem satisfação profissional melhor do que olhar para trás e lembrar de trabalhos feitos com tanto envolvimento: Só sei que, dias depois, encontrei um estudo defendendo uma ideia parecida: comportamento não muda porque uma mensagem foi bem escrita. Ele muda quando ela faz sentido para quem a recebe.
Talvez seja por isso que, antes de pensar em campanhas, quase sempre começamos nossos projetos com uma pergunta bem mais simples: por que alguém escolheria participar disso?
Até a próxima leitura.









