VOCÊ JÁ SOFREU
VIOLÊNCIA DE GÊNERO
SE VOCÊ É MULHER, ESSA NÃO É UMA PERGUNTA. É UMA AFIRMAÇÃO.

Acompanhe a websérie de 8 episódios.

Cada carta é um episódio que fará parte de uma produção audiovisual maior: um webdoc da Central das Mulheres, com todos os relatos reunidos.

Central das Mulheres

A campanha Central das Mulheres tem como objetivo dar voz às mulheres que sofreram e sofrem violência de gênero diariamente. Muitas vezes, seguimos caladas, pelos mais diversos motivos: medo, insegurança, culpa, vergonha e até mesmo dúvida se a violência sofrida foi mesmo violência.
As mulheres são socializadas para serem submissas, para calar e aceitar o que vem. Não mais. A nossa voz importa e a voz de uma fortalece a da outra. Criamos um eco impossível de ser ignorado.
A Central das Mulheres tem como base cartas, relatos destas denúncias que comprovam que a violência de gênero atinge a todas as mulheres – independente de classe social,
idade ou raça.
Confira aqui o Webdocumentário
Central das Mulheres
Websérie: Oito Cartas
Cada mulher leu uma das cartas recebidas e produzimos uma websérie com este material. Cada carta é um episódio e cada episódio fará parte de uma produção audiovisual maior: um webdoc da Central das Mulheres, com todos os relatos reunidos.
A violência de gênero tem muitas formas e, se ela não te atingiu diretamente, você pode não ter percebido. Porque enquanto houver uma mulher ainda sofrendo pelo simples fato de ser mulher, todas sofreremos com ela.
O que é
Violência de Gênero
Toda vez que alguém faz um
comentário ou age de modo
diferente do usual com outra
pessoa apenas pelo fato dela ser
mulher, temos um
contexto de discriminação.
Veja bem, discriminar nem sempre é algo ruim: faz
parte de compreender que diferenças existem.
Por exemplo, entender que fêmeas ficam grávidas
é “discriminar”, entender algo particular daquele
organismo.

Agora, quando esta discriminação é utilizada para
lesar, prejudicar, diminuir, enfraquecer,
desautorizar, reprimir, desacreditar,
rebaixar ou desprestigiar
alguém, ela se
torna violência.

Veja bem, discriminar nem sempre é algo ruim: faz parte de compreender que diferenças existem. Por exemplo, entender que fêmeas ficam grávidas é “discriminar”, entender algo particular daquele organismo.

Agora, quando esta discriminação é utilizada para lesar, prejudicar, diminuir, enfraquecer, desautorizar, reprimir, desacreditar, rebaixar ou desprestigiar alguém, ela se torna violência.

A violência de gênero

é qualquer ação ou omissão que cause sofrimento a uma pessoa que foi
prejudicada pelo seu gênero. Ela pode ser:

Física

Sexual

Psicológica

Moral

Patrimonial

Política

A Lei Maria da Penha, criada para proteger as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, compreende que a violência se estende para além dos contextos afetivos e familiares – a violência de gênero também está nos ambientes profissionais, políticos e públicos.
Dashboard Pesquisa
Central das Mulheres

PARTICIPARAM DA PESQUISA

68%

Mulheres
entre
23 a 40 anos

83%

JÁ SOFRERAM VIOLÊNCIA DE GÊNERO
TIPO DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO QUE ESSAS MULHERES JÁ SOFRERAM

81%

SOFRERAM VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA

Violência Psicológica 81%
Violência Sexual 38%
Violência Patrimonial 13%
Violência Moral 47%
Violência Fisíca 30%
Violência Política de Gênero 15%
  • Em casa
  • No trabalho
  • Na rua
  • No transporte público/privado
  • Outros
83%

NÃO

DENUNCIARAM
VIOLÊNCIA SOFRIDA
Onde há mulheres, há a possibilidade de espaço para violência de gênero.
Queremos mostrar que esse espaço pode se tornar local de debate,
reflexão e iniciativas por igualdade.

Não vamos nos calar até que todas sejam ouvidas!

Não se cale, denuncie.

Quem esta por trás dessa Campanha

O Centro de Estudos Maria Padilha é uma entidade que trabalha com a produção e a análise de estudos sobre dados relacionados à gênero, diversidade e cidadania. Temos desenvolvido trabalhos sobre a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, e sobre a Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ). O que nos motiva é trabalhar com a ciência e os seus recursos para obtermos dados confiáveis para pautar e impactar a produção de políticas públicas.

MISSÃO: Realizar estudos sobre gênero, diversidade e cidadania e promover atividades que impactem positivamente a vida de grupos minoritários.

VALORES: Inclusão, diversidade, rigor analítico, cidadania e
direitos humanos

Há 16 anos a Agência de Publicidade, Propaganda e Marketing io! atua em Jundiaí desenvolvendo soluções criativas para seus clientes. Somos um time engajado em planejar, compreender, administrar, analisar e comunicar.

Em nossas campanhas internas, buscamos enaltecer valores que são
importantes para nossa equipe, alinhados com nosso propósito, nossas atitudes e nosso olhar para o futuro.
Aqui a criação é coletiva e a solução é criativa!

Fundadora e coordenadora do CEMP

Thuany Figueiredo, 29 anos, é cientista social e mestra em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é doutoranda em Linguística pela mesma universidade. Realiza pesquisa científica desde 2012. Milita há 10 anos na sociedade civil em Jundiaí.

É uma das fundadoras da Rede Jundiaí 50-50. Fundou e coordena o Centro de Estudos Maria Padilha. Trabalha também com gestão de projetos no CAIS Jundiaí.

Focus Soluções em Mídia Exterior

Com mais de 20 anos de Know How a Focus Soluções em Mídia Exterior, é uma das pioneiras na cidade de Jundiaí. Atuando e se especializando constantemente em mídia exterior a Focus atua em Outdoor, Painel Rodoviário, Front-light e Painéis Urbanos.

Com uma eficaz cobertura e tabuletas muito bem localizadas atuamos nas cidades de: Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Itu, Louveira e Itatiba. Com todos estes atributos a Focus tem hoje a melhor cobertura na cidade de Jundiaí e região.